Ellie Goulding

Fevereiro 17th, 2010

Sai em 1º de março o primeiro disco de Ellie Goulding (Elena Jane Goulding), cantora folktrônica de 22 anos, que encabeçou a lista de apostas para esse ano da BBC. Depois de ganhar um concurso em sua cidade natal, Kington na Inglaterra,  Ellie tornou-se compositora e ingressou no curso de artes dramáticas, na universidade de Canterbury, quando juntou-se aos produtores dance Frankmusic – que esteve na mesma lista em 2008 e com quem lançou Wish I Stayed, que logo ganhou visibilidade no Myspace e entra no disco como uma das faixas que mostram Ellie em estado mais puro – e Starsmith, que assina boa parte da produção desse lançamento. O diferencial de Light, como se chama o disco, é a presença da voz pouco comum e aveludada de Goulding e sua junção com sintetizadores e batidas eletro-acústicas, aproximando seu som à nomes de peso como Portishead e Björk. Under de Sheets, primeiro single, chegou à posição 53 na parada britânica e precedendo o lançamento do álbum, no dia 22, será lançado o segundo, Starry Eyed.

Conflux festival

Setembro 19th, 2009

Outro exemplo de tecnologia integrando a cultura é Conflux Festival, encontro anual de arte e tecnologia, que acontece essa semana em NY. Diz o curador do evento esse ano, David Darts, um professor de artes da New York University, que o evento  começou em 2003, como um festival mais sobre psicologia geográfica, ou comportamento geográfico do meio ambiente, e desde então, se desenvolveu além do que uma festa de arte e tecnologia, misturando espaços urbanos públicos com explorações e experimentações. O evento inclui workshops, apresentações, instalações interativas e games. Dentre alguns dos pontos altos do evento, conforme apontado pelo Bits, estão Gigaputt, The Urban desorientation game, Fish ‘n microChips, Waterpod, Human Scale Chess Game e Iphone Drum Circle. Você pode conferir aqui o cartaz com a programação completa do evento.

A importância dos blogs

Setembro 7th, 2009

A Internet foi vista no começo como um dos inimigos do relacionamento humano. Os bate papos, o e-mail e os ambientes virtuais, pareciam estar distanciando as pessoas e acabando com o contato. Sua evolução não só se opôs a essa afirmativa, como apresentou um modelo totalmente baseado nesse relacionamento. Parte da web e sua informação se organizam através de cálculo matemático. E outra parte se organiza baseada na opinião das pessoas. A Internet é um grande bate papo que fica rolando o tempo todo. A opinião aponta e gera tendências e o bate papo espalha notícias e ideias. A informação não é mais vinda em seu total de uma fonte só – uma só informação para todos. A informação se espalha na medida em que é interessante para quem a recebe. Vem e vai para todos os lados e se movimenta como um virus. Vem com força menor, porém de mais lados. E como uma característica positiva, nos dá diferentes pontos de vista, e incumbe a nós tomar uma conclusão. É claro que esse é um ideal tecnológico e não necessariamente uma realidade. Mas mostra como já vivemos em uma realidade em que a informação é o principal bem. A informação vira dinheiro, arma, arte, conhecimento, equação, etc. O papel de quem bloga é dar continuidade ao movimento de uma informação. Como em quando você está em um estádio e a platéia inicia um movimento chamado de Ola. Quando a informação chega até você, e outras pessoas como você, você tem a opção de dar continuidade ao movimento dessa informação, assim como em um estádio, tem a opção de dar continuidade a Ola levantando os braços. Caso não levante, a Ola perderá um pouco da sua força. O mesmo ocorre com a informação. Se você não se interessar, será mais um ponto multiplicador que não estará sendo aberto.

VV Brown @ Black cab sessions

Setembro 6th, 2009

VV Brown é Vanessa Brown. Nascida em 24/10/83, filha de mãe Porto Riquenha e pai Jamaicano. Cresceu estudando em uma escola em Northampton (Londres) cujos pais eram proprietários. Aprendeu a tocar piano, desenvolver sua voz, e frequentou aulas de piano clássico e Jazz em uma escola de artes. Em época de ingressar, garantiu vaga nas universidades mais conceituadas de Londres, mas preferiu abrir mão e tentar a carreira artística nos Estados Unidos. O máximo que conseguiu foi, no entanto atuar como Backing vocal em shows da Madonna e Pussycat dolls e escrever músicas para alguns artistas. De volta à Londres, por dificuldades financeiras, alugou um apartamento, comprou uma guitarra em uma feira beneficente, e começou a se dedicar à carreira de compositora. Diz ela que foi quando um rompimento amoroso a inspirou a escrever Crying blood, e em seguida todas as outras letras de CD de estréia. Denomina suas referências como um purê de batatas musical, citando Aretha Franklin, Ella Fitzgerald e Dizzy Gillespi. Utilizou em seu disco referencias de filmes da Disney e Jogos da Nintendo, em uma mistura de Funk e Soul, batidas eletrônicas, e uma sonoridade Old Rock e anos 40 (há divergências no que li por aí, entre 40 e 60). “Tornando-se rapidamente parte influente na música da era moderna (Assim como o CD “That`s not my name” da banda The Ting Tings). Atualmente o CD já possuí 3 singles de Trabalho (Crying blood, Shark in the Wather e Game Over), com clipes bem divertidos, um pouco fashionistas e psicodélicos. As letras são bastante inspiradas, são de sua autoria, gravou quase todos os instrumentos do disco, a produção é sua. Porém, eu preferi escolher um vídeo pra mostrar seu trabalho em que ela canta ao vivo, sem produção. Pois atualmente uma boa produção, as vezes nos dá a dúvida se um artista é realmente bom. Vale a pena assistir:

Exposição Pixel Park

Setembro 5th, 2009

A exposição já terminou mas vale pra conhecer o trabalho. O vídeo serve pra exemplificar como o digital já é parte integrante da cultura. O que de certa forma não é mais novidade para nenhum de nós.